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17 de outubro de 2017 Blog

O que é câncer de mama?

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação de células anormais da mama, que formam um tumor. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido enquanto outros são mais lentos. Tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma, o câncer de mama responde por cerca de 25% dos casos novos a cada ano. Especificamente no Brasil, esse percentual é um pouco mais elevado e chega a 28,1%.

Existe tratamento para câncer de mama, e o Ministério da Saúde oferece atendimento por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Sinais e sintomas
É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem técnica específica, valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias.
Os principais sinais e sintomas do câncer de mama são:
  • Caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor;
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
  • Alterações no bico do peito (mamilo);
  • Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;
  • Saída espontânea de líquido dos mamilos

As mulheres devem procurar imediatamente um serviço para avaliação diagnóstica ao identificarem alterações persistentes nas mamas. No entanto, tais alterações podem não ser câncer de mama.

Como prevenir

Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis, como:

  • Praticar atividade física regularmente;
  • Alimentar-se de forma saudável;
  • Manter o peso corporal adequado;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
  • Amamentar

O que aumenta o risco?
O câncer de mama não tem somente uma causa. A idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença (quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos). Outros fatores que aumentam o risco da doença são:

Fatores ambientais e comportamentais:

  • Obesidade e sobrepeso após a menopausa;
  • Sedentarismo (não fazer exercícios);
  • Consumo de bebida alcoólica;
  • Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X).

Fatores da história reprodutiva e hormonal

  • Primeira menstruação antes de 12 anos;
  • Não ter tido filhos;
  • Primeira gravidez após os 30 anos;
  • Não ter amamentado;
  • Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos;
  • Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona);
  • Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos.

Fatores genéticos e hereditários*

  • História familiar de câncer de ovário;
  • Casos de câncer de mama na família, principalmente antes dos 50 anos;
  • História familiar de câncer de mama em homens;
  • Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.

*A mulher que possui um ou mais desses fatores genéticos/ hereditários é considerada com risco elevado para desenvolver câncer de mama.

O câncer de mama de caráter genético/hereditário corresponde a apenas 5% a 10% do total de casos da doença. Homens também podem ter câncer de mama, mas somente 1% do total de casos é diagnosticado em homens.
Atenção: a presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher necessariamente terá a doença.

Detecção precoce

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim as chances de tratamento e cura. Todas as mulheres, independentemente da idade, podem conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. A maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres.

Além de estar atenta ao próprio corpo, também é recomendado que mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) a cada dois anos. Esse exame pode ajudar a identificar o câncer antes do surgimento dos sintomas.

Mamografia é uma radiografia das mamas feita por um equipamento de raios X chamado mamógrafo, capaz de identificar alterações suspeitas.

Mulheres com risco elevado para câncer de mama devem conversar com seu médico para avaliação do risco para decidir a conduta a ser adotada.

Mamografia de rastreamento e mamografia diagnóstica: qual a diferença?

No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde – assim como a da Organização Mundial da Saúde e a de outros países – é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres de 50 a 69 anos, uma vez a cada dois anos.

A mamografia de rastreamento pode ajudar a reduzir a mortalidade por câncer de mama, mas também expõe a mulher a alguns riscos. Conheça os principais benefícios e riscos desse exame.

Benefícios

    • Encontrar o câncer no início e permitir um tratamento menos agressivo.
    • Menor chance de a paciente morrer por câncer de mama, em função do tratamento precoce.

Riscos:

  • Suspeita de câncer de mama. Isso requer outros exames, sem que se confirme a doença. Esse alarme falso (resultado falso positivo) gera ansiedade e estresse.
  • Câncer existente, mas resultado normal (resultado falso negativo). Esse erro gera falsa segurança à mulher.
  • Ser diagnosticada e submetida a tratamento, com cirurgia (retirada parcial ou total da mama), quimioterapia e/ou radioterapia, de um câncer que não ameaçaria a vida. Isso ocorre em virtude do crescimento lento de certos tipos de câncer de mama
  • Exposição aos Raios X. Raramente causa câncer, mas há um discreto aumento do risco quanto mais frequente é a exposição.

Mamografia diagnóstica
A mamografia diagnóstica, assim como outros exames complementares com finalidade de investigação de lesões suspeitas da mama, pode ser solicitada em qualquer idade, a critério médico. Ainda assim, a mamografia diagnóstica geralmente não é solicitada em mulheres jovens, pois nessa idade as mamas são mais densas, e o exame apresenta muitos resultados incorretos.

Fonte: INCA – Instituto Nacional do Câncer

 


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4 de julho de 2017 Blog

Causada principalmente por pequenos traumas decorrentes do movimento repetitivo, pode gerar dor intensa e limitar movimentos na região afetada

A Bursite é uma inflamação da bursa, uma espécie de almofada fibrosa que protege estruturas ósseas e musculares do desgaste provocado pela movimentação corporal. Causada principalmente por pequenos traumas decorrentes do movimento repetitivo, pode gerar dor intensa e limitar movimentos na região afetada. Pode aparecer em todas as articulações, com destaque para ombro, quadril, cotovelos e joelhos.

CAUSAS

As principais são os traumatismos, principalmente os pequenos causados pela repetição de alguns movimentos durante longos períodos de tempo ou por excesso de repetição em curto espaço de tempo.

SINTOMAS

  • Dor intensa e aguda na região;
  • Limitação parcial dos movimentos;
  • Inchaço no local da inflamação.

DIAGNÓSTICO

  • É feito por meio da descrição dos sintomas, pela história e pelo exame físico do paciente;
  • A confirmação pode ocorrer por exames de raio-x (para averiguar a anatomia óssea), ecografia (que avalia o estado da bursa, de músculos e de tendões) e ressonância magnética (com o mesmo objetivo, mas mais precisão);
  • É importante que o médico exclua outros problemas que também podem provocar dores fortes, como doenças cardíacas e tumores.

TRATAMENTO

Boa parte dos casos de bursite é curável sem cirurgia. O importante é não deixar o problema se arrastar e procurar o médico assim que aparecerem os sintomas. O primeiro passo é combater a inflamação, aliviar a dor e reduzir ou abandonar a atividade que está causando os microtraumas na região onde está localizada a bursa. Se nada disso funcionar, só então é considerada a cirurgia para a retirada da bursa.

NO OMBRO

A bursa do ombro está localizada entre o acrômio e o manguito rotador (conjunto de tendões responsáveis pelo movimento de rotação do braço para dentro e para fora). A função principal dessa bursa é proteger o manguito durante o movimento dos braços, evitando que ele toque diretamente o acrômio.

COMO PREVENIR

  • Evite passar longos períodos de tempo com os cotovelos no ar (ao ler, por exemplo);
  • Tente não carregar objetos muito pesados por longos períodos de tempo;
  • Ao alcançar coisas no alto, use um banco e prefira pegá-las com o braço reto, não elevado;
  • Controle anualmente as condições do seu metabolismo a partir dos 40 anos.

Fonte: Zero Hora


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4 de julho de 2017 Blog

O QUE É:  um tumor benigno composto de músculo do próprio útero, que pode alterar o formato do órgão à medida que se desenvolve. Ocorre com maior frequência entre os 40 e 50 anos e incide de 3 a 9 vezes mais em mulheres da raça negra.

CAUSA: é desconhecida. O que se sabe é que a progesterona e o estrogênio influenciam no seu desenvolvimento. Com a chegada da menopausa e a queda na produção de hormônios, o mioma costuma encolher e até desaparecer. Durante a gravidez, ao contrário, sua tendência é aumentar.

SINTOMAS: Apesar de se manifestar em mais de 75% das mulheres, a metade não apresenta sintoma. Os principais desconfortos produzidos pelo mioma são menstruação irregular, forte e por períodos prolongados, sangramento fora de hora (entre uma menstruação e outra), além de dores.

DIAGNÓSTICO: A ultrassonografia transvaginal é o exame indicado para a confirmação do diagnóstico.

TRATAMENTO: Não existe um medicamento que o faça desaparecer. Alguns conseguem impedir o seu crescimento ou até reduzir o seu tamanho temporariamente, O tratamento cirúrgico do mioma é considerado de acordo com as características de cada caso e a idade da paciente. A decisão leva em conta o tamanho, a localização e o número de miomas. A conduta cirúrgica pode ser conservadora, quando apenas o mioma é retirado ou radical, quando inclui a retirada de todo útero.

Colaboração: Dra.Martha Nogueira Lago, médica radiologista.


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4 de julho de 2017 Blog

A biópsia é um procedimento para a coleta de fragmentos de um determinado órgão ou tecido para análise por um médico patologista. Este procedimento, quando necessário, é parte do processo de investigação de uma doença, possibilitando um diagnóstico, além de fornecer informações que contribuem com a escolha do tratamento adequado e com o prognóstico de cada caso.

Fazer uma biópsia não significa, necessariamente, a possibilidade de câncer. Muitas outras doenças também podem ser diagnosticadas através de biópsias. Este procedimento é indicado sempre que há necessidade de esclarecimento (confirmação ou descarte de uma suspeita diagnóstica).

A biópsia só é realizada com anestesia geral quando a coleta de material é feita através de uma cirurgia. Na maioria dos casos, a retirada de material para biopsia é simples, feita através de procedimentos ambulatoriais, ou seja, dentro do consultório médico.

Não é somente a biópsia que pode diagnosticar o tipo e dar prognóstico de câncer. É necessário um conjunto de exames para o diagnóstico preciso. O exame histológico de uma amostra de tecido é parte da investigação clínica de uma doença. Esta investigação inclui o exame clínico, além de exames de sangue, exames de imagem e biópsias, sempre que houver necessidade para o esclarecimento diagnóstico. As informações obtidas ao longo da investigação permitem a elaboração de um diagnóstico e a escolha do tratamento adequado, bem como do prognóstico de cada caso.

Um tipo de biópsia bastante comum no meio esportivo é a biópsia muscular, que auxilia no processo de detecção de diversas doenças. O exame diagnostica doenças que envolvam o tecido muscular, em locais que apresentem dor ou fraqueza. Tecidos e células de um músculo são selecionados para análises microscópicas. Geralmente são retiradas amostragens dos bíceps (braço), deltoide (ombro) ou quadríceps (coxa).

A metodologia permite diagnosticar alterações celulares relacionadas com lesões musculares observadas em atividade esportiva, sobretudo em jogadores de futebol com história de contusões de repetição. Essa amostra pode apontar problemas no sistema nervoso, tecido conjuntivo, sistema vascular ou esquelético. Entre as doenças que podem ser diagnosticadas pelo exame estão: distrofia muscular e esclerose lateral amiotrófica, entre outras.

Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia


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12 de janeiro de 2017 Blog

Exame de densitometria óssea é fundamental para o diagnóstico e ajuda a prevenir fraturas

Um levantamento de 2012 da International Osteoporosis Foundation (IOF) revelou que 33% das mulheres e 16% dos homens acima de 65 anos convivem com a doença no Brasil. Dados do Ministério da Saúde apontam que a osteoporose é uma das doenças mais comuns entre sexo feminino, principalmente em pessoas idosas, mas também pode acometer homens acima dos 50 anos de idade. Trata-se de uma doença crônica progressiva, caracterizada pela diminuição da massa óssea e pelo rompimento da arquitetura óssea, o que compromete a força do osso e propicia fraturas.

As conseqüências são preocupantes. Os casos de fratura do quadril, por exemplo, devem chegar a 140 mil por ano em 2020 contra 121 mil ocorrências apuradas no ano da pesquisa realizada pela IOF. A incidência de fraturas na coluna também deverá crescer.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária caracteriza a osteoporose como uma doença silenciosa até que se torne complicada pela incidência de fraturas, que podem ocorrer mesmo após pequenos traumas. Mais de 1/3 das mulheres adultas terão uma ou mais fraturas causadas pela fragilidade óssea que caracteriza a osteoporose.

O ideal é que o diagnóstico e o tratamento ocorram antes de qualquer fratura e, mesmo após a ocorrência da primeira ruptura óssea, existem tratamentos efetivos para diminuir o risco de novas fraturas, que são mais comuns nas vértebras, fêmur proximal e pulso. Grande parte das fraturas resultantes da osteoporose produz mudanças esqueléticas, como deformações e diminuição da estatura, com um componente doloroso importante, que podem levar à invalidez e até mesmo à morte.

 

Como prevenir?

Evitar o sedentarismo através da prática regular de exercícios físicos, nem que seja uma leve caminhada diária, tomar sol por alguns minutos todas as manhãs, manter uma alimentação saudável, com equilíbrio nos nutrientes e, caso necessário, acompanhamento médico para obter uma dieta equilibrada e evitar atitudes que aceleram a perda da massa óssea, como exagerar em bebidas alcoólicas e fumar são medidas importantes para a prevenção.


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15 de dezembro de 2016 Blog

1. A mamografia dói?

Para obter mamografias de alta qualidade e expor menos a paciente à radiação, durante o exame é necessária uma ligeira compressão das mamas, o que pode ocasionar, às vezes, dor. Nem todas as mulheres sentem dor quando fazem o exame de Mamografia, mas algumas se queixam de algum tipo de desconforto provocado pela compressão. O importante, porém, é que o custo-benefício da mamografia é muito grande, além de representar o principal exame para o diagnóstico precoce do câncer de mama.

2. Quando deve ser realizada a mamografia?

Entre os 35 e 40 anos deverá ser feita a primeira mamografia, que servirá de base para avaliar as condições da mama e possibilitar exames comparativos futuros. Dos 40 aos 50 anos, a freqüência da mamografia deverá ser determinada pelo médico, de acordo com a inclusão da paciente no grupo de risco e/ou com as características da mama. Após os 50 anos, todas as mulheres devem se submeter ao exame de mamografia anualmente.

3. A radiação emitida no exame de mamografia pode ser prejudicial à saúde da mulher?

Qualquer tipo de radiação não é bom para a saúde, desde que a pessoa esteja exposta com freqüência aos seus malefícios. Isso não acontece com a mamografia, já que a recomendação para a realização do exame é periódica.

4. A mamografia pode mascarar o diagnóstico?

Todos os exames de diagnóstico por imagem apresentam uma margem de erro, que, embora seja muito pequena, pode levar ao diagnóstico equivocado do câncer de mama; porém, está mais ligado à falta de experiência do profissional na interpretação dos exames desse tipo de doença. Por isso, é importante a realização da mamografia em centros médicos de referência acostumados com o diagnóstico do câncer de mama.

5. Qual é o índice de diagnóstico positivo de câncer de mama das mamografias?

A mamografia é de 85% a 90% específica. De acordo com a Sociedade Americana do Câncer, somente uma ou duas mamografias em cada mil levam ao diagnóstico do câncer. Aproximadamente 10% das mulheres precisam de uma mamografia adicional. Não se alarme se isso acontecer com você. Apenas de 8 a 10% das mulheres necessitarão de biópsia e 80% dessas biópsias não são câncer.

Observação: As informações contidas nesta página são orientações gerais. Elas nunca devem substituir as especificações feitas pelo médico para o seu caso.

 

Fonte: Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC)


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6 de dezembro de 2016 Blog

profgarethmorrisO professor Dr. Peter G. Morris, do Centro de Imagem por Ressonância Magnética da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, virá ao Brasil no dia 14 de dezembro para ministrar a palestra “Revivendo a descoberta da Imagem por Ressonância Magnética” no Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InRad – HCFMUSP), na capital paulista.

Um dos principais nomes da área de Ressonância Magnética no mundo, Dr. Morris abordará a história do desenvolvimento da ressonância magnética como um método de diagnóstico por imagem a partir das 7h. A apresentação tem duração prevista de 1h30.

Saiba mais sobre o Dr. Peter G. Morris

Ajudou a estabelecer os princípios fundamentais da ressonância magnética encapsulada em “Mansfield and Morris” (Academic Press, 1982), que se tornou uma fonte de inspiração para o campo por mais de uma década. Na Cambridge University Lecturer in Biochimistry, caracterizou novos indicadores de cátions de RM e foi o primeiro a estudar transientes cardíacos de cálcio em corações intactos. Atualmente, é professor de Física na Universidade de e chefe do Centro de Ressonância Magnética Sir Peter Mansfield, uma instituição de pesquisa para o desenvolvimento de novas técnicas de ressonância magnética e para sua aplicação em campos biomédicos e outros.

Lidera um importante programa de pesquisa sobre o desenvolvimento de técnicas para um único evento ressonância magnética funcional (fMRI), multimodalidade (fMRI, EEG e Magnetoencefalografia) e o uso de espectroscopia por ressonância magnética 13C para compreender a base metabólica de ativação neural. O trabalho reconhecido no Prêmio “Sylvanus Thompson Lecture” e recebeu Medalha do Instituto Britânico de Radiologia em 1995. Além disso, Dr. Morris publicou cerca de 150 artigos completos e 200 notas e resumos de revisões e ministrou mais de 100 palestras plenárias pelo mundo.

Fonte: Colégio Brasileiro de Radiologia e Hospital das Clínicas da Fmusp


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16 de março de 2016 Blog

Promoção da Clínica Mamorad, Rádio Antena 1 e Café 3 Corações teve como ganhadoras a psicanalista de Porto Alegre, Helena Balbinotti e a manicure de Alvorada, Mirian Oliveira

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, transcorrido em 8 de março, a Clínica Mamorad, em parceria com a Rádio Antena 1 e o Café 3 Corações, promoveu uma ação para presentear duas ouvintes da emissora FM com prefixo 89.3. As duas melhores frases contendo as palavras “mulher”, “paixão” e “sabor” foram premiadas com cestas de produtos da 3 Corações e uma mamografia da Mamorad.

As duas vencedoras da promoção, a psicanalista Helena Beatriz Balbinotti, de Porto Alegre, e a manicure Mirian Santos Oliveira, de Alvorada, foram as autoras das frases mais criativas e receberam suas cestas, repletas de produtos da 3 Corações, na tarde de segunda-feira (14/03), na sede da Mamorad, no Bairro Bela Vista, na capital. A frase de Mirian foi “Mulher é um ser incrível, suave como a brisa ou intenso como um furacão. Um doce sabor que desperta a paixão”. E a de Helena “A paixão é uma luz que não deixa escurecer a vida da mulher e dá sabor aos seus encantos”. A mamografia na Mamorad será feita por ambas nos próximos dias

A entrega das cestas para as vencedoras da promoção foi feita pelas médicas da Mamorad, Ana Paula Vinholes, Bianca Silva Marques e Elise Davi Nunes, além da recepcionista Ana Lúcia Brum e a representante da área comercial da Rádio Antena 1, Marta Christ.

Helena e Mirian elogiaram a iniciativa da Mamorad, da Antena 1 e do Café 3 Corações por reconhecer o papel que a mulher exerce nos dias atuais em todos os níveis da sociedade, tanto no aspecto pessoal quanto profissional. E salientaram ser fundamental que as mulheres cuidem de sua saúde e procurem seguir uma rotina de hábitos saudáveis, consultas e realização de exames regulares.

Marta Christ, da Antena 1, destacou a parceria da emissora com uma clínica de reconhecida qualidade e excelência no atendimento às mulheres como a Mamorad. Já a médica Ana Paula Vinholes parabenizou as ganhadoras pelo talento e criatividade e salientou a satisfação da Mamorad em poder celebrar o Mês da Mulher com uma ação tão significativa.


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4 de março de 2016 Blog

Rotina de hábitos saudáveis, consultas e realização de exames regulares devem iniciar na adolescência, garantindo a prevenção de doenças e diagnósticos precoces

Dia Internacional da Mulher é celebrado apenas uma vez por ano, porém, a prevenção e o cuidado com a saúde feminina devem ser constantes. A mastologista e radiologista da MAMORADAna Paula Vinholes, destaca que é muito importante que as mulheres comecem a ter cuidados específicos com a sua saúde desde a adolescência.

– Durante a infância, estes cuidados foram delegados ao pediatra. A partir da primeira menstruação, a jovem precisa começar a cuidar-se sob o ponto de vista ginecológico também. Estes cuidados, visam a promoção da saúde durante a sua vida – explica Ana Paula.

Entre as recomendações gerais estão uma alimentação saudável e balanceada, incluindo alimentos de todos os grupos: proteínas, gorduras e carboidratos. A médica destaca ainda, a prática de exercícios físicos regulares na prevenção da obesidade, doenças cardiovasculares e câncer.

Além disso, há as recomendações especificamente voltadas para a saúde ginecológica, visando o bom funcionamento do aparelho reprodutor feminino e das mamas.

– É recomendável que a jovem consulte a ginecologista, por ocasião da sua primeira menstruação para avaliar a frequência dos períodos menstruais, dores pélvicas e mamárias durante a menstruação e fora dela, quantidade do fluxo menstrual e, até mesmo, a ausência dele, entre outras importantes avaliações – informa a doutora.

Ana Paula reforça a necessidade de esclarecimentos a respeito de doenças sexualmente transmissíveis e, também, sugere que a mulher consulte com um ginecologista pelo menos uma vez ao ano, ou a cada seis meses se surgir alguma queixa nova neste período.

Dentro da sua especialidade, a doutora indica a realização de exames radiológicos de mama (mamografia) de rotina anualmente a partir dos 40 anos e, em casos de câncer em parentes de primeiro grau, 10 anos antes do evento do familiar. Já a realização de exames cipatológicos de rotina do colo uterino, também conhecido como Papanicolau, é recomendada a partir do início da vida sexual ativa da mulher.

De acordo com Ana Paula, a promoção destes hábitos saudáveis visa a prevenção de doenças contagiosas; de doenças desenvolvidas a partir de hábitos ligados ao sedentarismo ou alimentação desequilibrada e, principalmente, o câncer, cujo diagnóstico precoce é a principal arma para a cura.


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